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Micro e pequenas vão continuar "surfando" na boa onda da economia
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A avaliação é do diretor-técnico do Sebrae, Carlos Alberto dos Santos, ao comentar a variação do Produto Interno Bruto (PIB) de 2,7% no primeiro trimestre deste ano, em relação ao último trimestre de 2009. Em comparação ao mesmo período do ano passado, a variação foi de 9%, a maior desde 1996.
Segundo o diretor, medidas anticíclicas, como a redução de impostos, não podem ser mesmo permanentes porque têm custo fiscal. Além disso, o governo federal anunciou corte de gastos e o Banco Central promove um novo ciclo de ajustes para cima das taxas de juros. A política fiscal e a monetária estão andando juntas. É melhor para o país taxas de crescimento menos exuberantes, mas consistentes.
Mesmo com as recentes medidas de contenção do crescimento, a variação do PIB este ano pode chegar a 6%, patamar excelente considerando-se a média em torno de 2% verificada nos anos 90. Do ponto de vista das micro e pequenas empresas a projeção é bastante alvissareira.
“Em 2009, quando houve queda de 0,2% no PIB, o segmento foi pilar de sustentação da atividade econômica e da geração de empregos. Com o crescimento esperado para este ano, micro e pequenas vão continuar "surfando" na boa onda da economia”, ressalta Carlos Alberto. Ele afirma que o crescimento incentiva a inovação e a busca por novos nichos de mercado. O país – concluiu - vive um grande momento e os problemas que aparecem, como os gargalos na infra-estrutura, podem se considerados bons problemas porque induzem a novos saltos qualitativos.
Assim como as medidas anticíclicas tomadas em 2008 e 2009 permitiram ao Brasil escapar da recessão provocada pela crise financeira global, as mais recentes vão calibrar o crescimento para níveis compatíveis com a infra-estrutura existente e investimentos programados pelo setor público e o privado.
A avaliação é do diretor-técnico do Sebrae, Carlos Alberto dos Santos, ao comentar a variação do Produto Interno Bruto (PIB) de 2,7% no primeiro trimestre deste ano, em relação ao último trimestre de 2009. Em comparação ao mesmo período do ano passado, a variação foi de 9%, a maior desde 1996.
Segundo o diretor, medidas anticíclicas, como a redução de impostos, não podem ser mesmo permanentes porque têm custo fiscal. Além disso, o governo federal anunciou corte de gastos e o Banco Central promove um novo ciclo de ajustes para cima das taxas de juros. A política fiscal e a monetária estão andando juntas. É melhor para o país taxas de crescimento menos exuberantes, mas consistentes.
Mesmo com as recentes medidas de contenção do crescimento, a variação do PIB este ano pode chegar a 6%, patamar excelente considerando-se a média em torno de 2% verificada nos anos 90. Do ponto de vista das micro e pequenas empresas a projeção é bastante alvissareira.
“Em 2009, quando houve queda de 0,2% no PIB, o segmento foi pilar de sustentação da atividade econômica e da geração de empregos. Com o crescimento esperado para este ano, micro e pequenas vão continuar "surfando" na boa onda da economia”, ressalta Carlos Alberto. Ele afirma que o crescimento incentiva a inovação e a busca por novos nichos de mercado. O país – concluiu - vive um grande momento e os problemas que aparecem, como os gargalos na infra-estrutura, podem se considerados bons problemas porque induzem a novos saltos qualitativos.
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